<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cinema Português &#124; Filmes Portugueses &#187; Documentário</title>
	<atom:link href="http://www.cinemaportugues.info/category/documentario/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cinemaportugues.info</link>
	<description>Tudo sobre os filmes portugueses.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Jul 2010 20:05:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Muitos Dias Tem o Mês</title>
		<link>http://www.cinemaportugues.info/2010/06/muitos-dias-tem-o-mes/</link>
		<comments>http://www.cinemaportugues.info/2010/06/muitos-dias-tem-o-mes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 11:42:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CinemaPT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Géneros]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[Margarida Leitão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinemaportugues.info/?p=1358</guid>
		<description><![CDATA[SINOPSE Hoje tudo nos parece indicar que a felicidade está ao nosso alcance. Com um simples gesto de um cartão de crédito ou um telefonema, passamos a ter o que não ousávamos. Os nossos sonhos tornam-se realidade. Por todo o lado somos seduzidos por uma publicidade atractiva a adquirir bens que vão desde do indispensável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2010%2F06%2Fmuitos-dias-tem-o-mes%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2010%2F06%2Fmuitos-dias-tem-o-mes%2F&amp;source=cinemaportugues&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a href="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2010/06/Muitos-Dias-Tem-O-Mes.jpg" rel="shadowbox[post-1358];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1359" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Muitos-Dias-Tem-O-Mes" src="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2010/06/Muitos-Dias-Tem-O-Mes-225x300.jpg" alt="" width="183" height="244" /></a>SINOPSE</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje tudo nos parece indicar que a felicidade está ao nosso alcance. Com um simples gesto de um cartão de crédito ou um telefonema, passamos a ter o que não ousávamos. Os nossos sonhos tornam-se realidade. Por todo o lado somos seduzidos por uma publicidade atractiva a adquirir bens que vão desde do indispensável e básico até ao mais supérfluo. O recurso ao crédito vulgarizou-se e o consumo democratizou-se. Hoje várias pessoas vivem uma angústia que se repete todos os meses: serão capazes de pagar os seus empréstimos e sobreviver até ao mês seguinte? Pessoas endividadas que vivem as suas vidas ao ritmo quotidiano dos prazos, obrigações e do esforço para retomarem controlo das suas vidas. Mês a mês. Dia a dia. Tudo na sociedade tem aparentemente um preço. Mas, qual é o preço das nossas necessidades? Qual é o preço dos nossos sonhos? Qual é o nosso preço? Será que estamos dispostos a pagá-lo?</p>
<p><em><strong>FICHA TÉCNICA</strong></em></p>
<p><strong>Realizadora:</strong> Margarida Leitão | <strong>Género:</strong> Documentário<br />
<strong>Ano:</strong> 2009 | <strong>Data da Estreia:</strong> 10-06-2010</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinemaportugues.info/2010/06/muitos-dias-tem-o-mes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fantasia Lusitana</title>
		<link>http://www.cinemaportugues.info/2010/04/fantasia-lusitana/</link>
		<comments>http://www.cinemaportugues.info/2010/04/fantasia-lusitana/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 19:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CinemaPT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Géneros]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia Lusitana]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[João Canijo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinemaportugues.info/?p=1276</guid>
		<description><![CDATA[SINOPSE A propaganda imaginada e imaginária do salazarismo, durante a II Grande Guerra, pregava a proeza de uma neutralidade devida ao génio de Salazar. Segundo essa propaganda, que proclamava a ausência da guerra no meio da guerra, mesmo com o fluxo de refugiados que chegava a Lisboa, Portugal era um paraíso de paz e tranquilidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2010%2F04%2Ffantasia-lusitana%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2010%2F04%2Ffantasia-lusitana%2F&amp;source=cinemaportugues&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a href="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2010/04/fantasia-lusitana1.jpg" rel="shadowbox[post-1276];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1314" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="fantasia-lusitana" src="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2010/04/fantasia-lusitana1-225x300.jpg" alt="" width="152" height="201" /></a>SINOPSE</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">A propaganda imaginada e imaginária do salazarismo,  durante a II Grande Guerra, pregava a proeza de uma neutralidade devida  ao génio de Salazar. Segundo essa propaganda, que proclamava a ausência  da guerra no meio da guerra, mesmo com o fluxo de refugiados que  chegava a Lisboa, Portugal era um paraíso de paz e tranquilidade, um  «oásis de paz» totalmente alheio a uma guerra que só dizia respeito aos  outros. A sensação que a propaganda transmitia era a de uma guerra que  só afectava os portugueses na medida das dificuldades de sobrevivência. A  propaganda, elevada a extremos nas crónicas do Jornal Português, ajudou  a criar uma espécie de inconsciência protectora que seria cómica se não  fosse trágica.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>FICHA TÉCNICA</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Realizador: </strong>João Canijo | <strong>Género:</strong> Documentário<br />
<strong>Ano:</strong> 2009 | <strong>Data da Estreia:</strong> 22-04-2010</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinemaportugues.info/2010/04/fantasia-lusitana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ruínas</title>
		<link>http://www.cinemaportugues.info/2010/04/ruinas/</link>
		<comments>http://www.cinemaportugues.info/2010/04/ruinas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 19:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CinemaPT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Géneros]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Mozos]]></category>
		<category><![CDATA[ruínas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinemaportugues.info/?p=1246</guid>
		<description><![CDATA[SINOPSE Fragmentos de espaços e tempos, restos de épocas e locais onde apenas habitam memórias e fantasmas. Vestígios de coisas sobre as quais o tempo, os elementos, a natureza, e a própria acção humana modificaram e modificam. Com o tempo tudo deixa de ser, transformando-se eventualmente numa outra coisa. Lugares que deixaram de fazer sentido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2010%2F04%2Fruinas%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2010%2F04%2Fruinas%2F&amp;source=cinemaportugues&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a href="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2010/04/ruinas-documentario.jpg" rel="shadowbox[post-1246];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-1247" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="ruinas-documentario" src="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2010/04/ruinas-documentario.jpg" alt="" width="156" height="229" /></a>SINOPSE</strong></em><br />
Fragmentos de espaços e tempos, restos de épocas e locais onde apenas habitam memórias e fantasmas. Vestígios de coisas sobre as quais o tempo, os elementos, a natureza, e a própria acção humana modificaram e modificam. Com o tempo tudo deixa de ser, transformando-se eventualmente numa outra coisa. Lugares que deixaram de fazer sentido, de serem necessários, de estar na moda. Lugares esquecidos, obsoletos, inóspitos, vazios. Não interessa aqui explicar porque foram criados e existiram, nem as razões porque se abandonaram ou foram transformados. Apenas se promove uma ideia, talvez poética, sobre algo que foi e é parte da(s) história(s) deste País.</p>
<p><em><strong>FICHA TÉCNICA</strong></em><br />
<strong>Realizador: Manuel Mozos | Género: Documentário<br />
Ano:</strong> 2009 | <strong>Data da Estreia:</strong> 01-04-2010 |<strong> Duração:</strong> 60m</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinemaportugues.info/2010/04/ruinas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ne change rien</title>
		<link>http://www.cinemaportugues.info/2009/12/ne-change-rien/</link>
		<comments>http://www.cinemaportugues.info/2009/12/ne-change-rien/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 15:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CinemaPT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Géneros]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[Jeanne Balibar]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Costa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinemaportugues.info/?p=894</guid>
		<description><![CDATA[SINOPSE Pedro Costa filma Jeanne Balibar como cantora a preto e branco. A luz e som magistralmente captados, acompanham a actriz em sessões exaustivas de canto, que passam pelos mais variados registos musicais, do rock ao canto lírico. FICHA TÉCNICA Realizador: Pedro Costa &#124; Género: Documentário Ano: 2009 &#124; Data da Estreia: n/d &#124; Duração: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2009%2F12%2Fne-change-rien%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2009%2F12%2Fne-change-rien%2F&amp;source=cinemaportugues&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2009/12/Ne-Change-Rien.jpg" rel="shadowbox[post-894];player=img;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-896" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="Ne-Change-Rien-Poster" src="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2009/12/Ne-Change-Rien-150x150.jpg" alt="" width="186" height="186" /></a>SINOPSE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pedro Costa filma Jeanne Balibar como cantora a preto e branco. A luz e som magistralmente captados, acompanham a actriz em sessões exaustivas de canto, que passam pelos mais variados registos musicais, do rock ao canto lírico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Realizador:</strong></em> Pedro Costa | <strong><em>Género:</em></strong> Documentário<br />
<em><strong>Ano:</strong></em> 2009 | <em><strong>Data da Estreia:</strong></em> n/d | <em><strong>Duração:</strong></em> 100m<br />
<em><strong>Com:</strong></em> Jeanne Balibar</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinemaportugues.info/2009/12/ne-change-rien/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pare, Escute, Olhe</title>
		<link>http://www.cinemaportugues.info/2009/12/para-escute-olhe/</link>
		<comments>http://www.cinemaportugues.info/2009/12/para-escute-olhe/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 19:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CinemaPT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Géneros]]></category>
		<category><![CDATA[comboio]]></category>
		<category><![CDATA[escute]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Pelicano]]></category>
		<category><![CDATA[linha]]></category>
		<category><![CDATA[olhe]]></category>
		<category><![CDATA[pare]]></category>
		<category><![CDATA[tua]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinemaportugues.info/?p=885</guid>
		<description><![CDATA[O premiado documentário de Jorge Pelicano, Pare, Escute, Olhe, começa com um recuo temporal para ajudar a perceber as causas do despovoamento e as medidas tomadas em torno da questão da via‐férrea do Tua: as promessas políticas, o encerramento da Linha do Tua entre Bragança e Mirandela (1991), o ‘roubo’ das automotoras pela calada da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2009%2F12%2Fpara-escute-olhe%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2009%2F12%2Fpara-escute-olhe%2F&amp;source=cinemaportugues&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O premiado documentário de Jorge Pelicano, <a title="Site Ofical" href="http://www.pareescuteolhe.com/" target="_blank"><em><strong>Pare, Escute, Olhe</strong></em></a>, começa com um recuo temporal para ajudar a perceber as causas do despovoamento e as medidas tomadas em torno da questão da via‐férrea do Tua: as promessas políticas, o encerramento da Linha do Tua entre Bragança e Mirandela (1991), o ‘roubo’ das automotoras pela calada da noite (1992), o fim do serviço público dos transportes alternativos.<br />
Quinze anos depois, em 2007, no troço desactivo as aldeias estão isoladas e despovoadas. Durante os dois anos de filmagens (2007 a 2009), no troço activo, sucessivos acidentes, o anúncio da barragem, a incúria dos responsáveis na manutenção da linha, marcaram os acontecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>SINOPSE</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2009/12/poster001.jpg" rel="shadowbox[post-885];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-886" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="pare_escute_olhe_poster" src="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2009/12/poster001.jpg" alt="" width="249" height="86" /></a>Dezembro de 91. Uma decisão política encerra metade da centenária linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela.<br />
Quinze anos depois, o apito do comboio apenas ecoa na memória dos transmontanos.<br />
A sentença amputou o rumo de desenvolvimento e acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, tornando‐o no país mais centralista da Europa Ocidental.<br />
Os velhos resistem nas aldeias quase desertificadas, sem crianças. A falta de emprego e vida na terra leva os jovens que restam a procurar oportunidades noutras fronteiras.<br />
Agora, o comboio que ainda serpenteia por entre fragas do idílico vale do Tua é ameaçado por uma barragem que inundará aquela que é considerada uma das três mais belas linhas ferroviárias da Europa.<br />
PARE, ESCUTE, OLHE é uma viagem por um Portugal profundo e esquecido, conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra.<br />
Esses partiram com o comboio, impunes. O povo ficou, isolado, no único distrito do país sem um único quilómetro de auto‐estrada.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>FICHA TÉCNICA</strong></em><br />
<strong>Realizador:</strong> Jorge Pelicano | <strong>Género:</strong> Documentário<br />
<strong>Ano:</strong> 2009 | <strong>Data da Estreia:</strong> n/d | <strong>Duração: </strong>100M</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinemaportugues.info/2009/12/para-escute-olhe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Belarmino</title>
		<link>http://www.cinemaportugues.info/2008/12/belarmino/</link>
		<comments>http://www.cinemaportugues.info/2008/12/belarmino/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 23:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CinemaPT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Géneros]]></category>
		<category><![CDATA[Belarmino Fragoso]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Pierre Gebler]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa N. Bastos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinemaportugues.info/?p=137</guid>
		<description><![CDATA[O começo do filme Belarmino é surpreendente. Ouvimos dizer em off que o protagonista poderia ser um pugilista excepcional, mas que na realidade não o é: «Podia ter sido um grande pugilista, dos melhores da Europa, talvez até campeão dos meios leves e agora é quase um punching ball: Belarmino Fragoso». A locução inicial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2008%2F12%2Fbelarmino%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2008%2F12%2Fbelarmino%2F&amp;source=cinemaportugues&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><em>O começo do filme Belarmino é surpreendente. Ouvimos dizer em off que o protagonista poderia ser um pugilista excepcional, mas que na realidade não o é: «Podia ter sido um grande pugilista, dos melhores da Europa, talvez até campeão dos meios leves e agora é quase um punching ball: Belarmino Fragoso». A locução inicial do Baptista Bastos dá o mote para todo o filme, porque o excelente documentário de Fernando Lopes fala apenas de uma eventualidade: não se descreve um campeão de pugilismo que tenha efectivamente existido, mas apenas aquele que poderia ter existido. Isto é, no mínimo, curioso. Parece estranho que o filme seja anunciado como um documentário e ainda mais insólito que o realizador tenha escolhido um protagonista aparentemente tão desinteressante e até desprezível.</em></p>
<p>in <a href="http://cine7.blogspot.com/2007/02/belarmino.html" target="_blank">Cine7</a><br />
<span id="more-137"></span><br />
<em><strong>SINOPSE</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2008/12/belarmino.jpg" rel="shadowbox[post-137];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-138" style="border: 0pt none; margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Belarmino" src="http://www.cinemaportugues.info/wp-content/uploads/2008/12/belarmino-300x212.jpg" alt="" width="180" height="126" /></a>O retrato de um antigo lutador de boxe, Belarmino Fragoso, através das suas deambulações por uma Lisboa que já não existe. A solidão, o medo e a derrota cruzam-se num filme que baralha o documentário, a ficção e a entrevista num passeio por antigas salas de cinema e clubes nocturnos. Primeira longa-metragem de Fernando Lopes, com o apuro jazzístico de Manuel Jorge Veloso e a brilhante fotografia de Augusto Cabrita, este é um dos filmes-chave do Cinema Novo português.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>FICHA TÉCNICA</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Realizador</strong>: Fernando Lopes | <strong>Género:</strong> Drama, Documentário, Biografia<br />
<strong>Ano:</strong> 1964 | <strong>Data da Estreia:</strong> 1964-11-18<br />
<strong>Com:</strong> Belarmino Fragoso, Jean Pierre Gebler, Teresa N. Bastos, Bernardo Moreira</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinemaportugues.info/2008/12/belarmino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aquele Querido Mês de Agosto</title>
		<link>http://www.cinemaportugues.info/2008/11/aquele-querido-mes-de-agosto/</link>
		<comments>http://www.cinemaportugues.info/2008/11/aquele-querido-mes-de-agosto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 10:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CinemaPT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Géneros]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Bandeira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinemaportugues.info/?p=38</guid>
		<description><![CDATA[Aquele Querido Mês de Agosto”, o único filme português presente em Cannes em 2008, incluído na Quinzena dos Realizadores, é um objecto cinematográfico aliciante. Junta documentário, ficção e mete toda a equipa de rodagem dentro da acção do filme, como se fosse exigida uma participação de tipo antropológico no facto social. SINOPSE Ficção invadida pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2008%2F11%2Faquele-querido-mes-de-agosto%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cinemaportugues.info%2F2008%2F11%2Faquele-querido-mes-de-agosto%2F&amp;source=cinemaportugues&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Aquele Querido Mês de Agosto”, o único filme português presente em Cannes em 2008, incluído na Quinzena dos Realizadores, é um objecto cinematográfico aliciante. Junta documentário, ficção e mete toda a equipa de rodagem dentro da acção do filme, como se fosse exigida uma participação de tipo antropológico no facto social.<br />
<span id="more-38"></span><em><strong></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>SINOPSE</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Ficção invadida pelo documentário, seria a história de um pai, a filha e o primo dela, músicos de uma banda de música popular a tocar pelas aldeias do Portugal profundo, em que imigrantes regressados à terra se cruzam com populares, entre festa e baile, cerveja, jogos e caçadas, durante o quente mês de Agosto. Seria a história e não é, porque realizador e equipa técnica irrompem pelo filme dentro, em vez de irem directamente ao assunto, e se misturam com actores não profissionais, entre os quais Sónia Bandeira e Fábio Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>FICHA TÉCNICA</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Realizador:</strong> Miguel Gomes | <strong>Género:</strong> Documentário, Ficção<br />
<strong>Ano:</strong> 2008 | <strong>Duração:</strong> 150 min<br />
<strong>Com:</strong> Sónia Bandeira, Fábio Oliveira, Joaquim Carvalho</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinemaportugues.info/2008/11/aquele-querido-mes-de-agosto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
